Mostrando postagens com marcador Antônio Schimeneck. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antônio Schimeneck. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de outubro de 2013

Em Veranópolis

Dias 30 de setembro e 01 de outubro, participei da 21ª Feira do livro de Veranópolis. Visitei oito escolas da cidade, a Raquel, da Secretaria de Educação, foi minha guia, e pude conversar com diferentes públicos sobre literatura: Essa grande porta da imaginação que nos leva para lugares inimagináveis! Conheci a secretária Elis Regina (Só pelo nome já gostei dela, mas gostei ainda por perceber que ela é uma querida);  vi o trabalho tão criativo e incansável do Roger Castro; reencontrei autores caros para mim: Rosane Castro e Tabajara Ruas. Foram dias inesquecíveis.

21ª Feira do Livro e 4º Festival de Arte Mágica de Veranópolis

A Programação completa pode ser acessada no link:
http://www.veranopolis.rs.gov.br/prefeituraweb/noticias/21a-feira-do-livro-e-4o-festival-de-arte-magica-de-veranopolis/3447/

Confira algumas fotos:
















Colégio Marista Ipanema

Um momento único: A primeira vez que fui patrono de uma Feira do Livro. Aconteceu no Colégio Marista Ipanema, no dia 26 de setembro, e teve como tema: Juventude que promove a leitura. Estive na abertura do evento e conversei com alunos que farão a leitura do Livro Por trás das cortinas. Foi um daqueles dias para não esquecer!


Confira a programação completa da feira em:

Sinodal de Portão

Dia 25 de setembro o encontro foi no Sinodal de Portão. Uma turma muito legal leu o livro Por trás das cortinas. Depois do bate-papo, pude conhecer os trabalhos que a turma fez. a professora Andressa tem aquela magia que cativa alunos e autores para a vida toda!




Colégio Santa Teresinha - Taquara

Dia 24 de setembro, conheci os leitores do livro Por trás das cortinas do Santa Teresinha de Taquara. Foi um privilégio encontrar alunos tão envolvidos com a literatura e professores tão atenciosos, sem contar o carisma e a simpatia da diretora Ir. Laura.

Ao pé do ouvido - Gravataí

No dia 13 de setembro, participei do II Encontro de contadores de Histórias no Sesc de Gravataí. Foi muito bacana compartilhar experiências com pessoas tão envolvidas nessa arte. Obrigado Rosane Castro por proporcionar momentos inesquecíveis para tanta gente!

Marista Assunção

Pude conversar com os alunos do Marista Assunção, no dia 30 de agosto. Além disso, conheci a Michelle Pires, bibliotecária da escola. Muito bom encontrar pessoas que estão realmente preocupadas com a magia e o encantamento pela leitura!

Colégio Imaculada Conceição - Dois Irmãos

Dia 22 de agosto, conversei com os alunos do Colégio Imaculada Conceição de Dois Irmãos. Os leitores se esmeraram nos trabalhos e nas apresentações. Teve até uma paródia da música Show das poderosas, da cantora Anitta, com direito a coreografia.




Além disso, quem trabalhou com os alunos do Ensino Médio foi o autor Luis Augusto Fischer. Sou fã dele. Nesse dia conversamos muito sobre literatura e uma de nossas paixões: A obra de Simões Lopes Neto. Recebi de presente, com direito a autógrafo, a obra inédita desse grande autor gaúcho, revisada e comentada pelo Fischer. Um luxo!



Escola Estadual Borges de Medeiros - Cachoeira do Sul

Dia 22 de agosto de 2013, estive na Escola Borges de Medeiros em Cachoeira do Sul. O tempo estava fechado, com uma chuva torrencial: O ambiente propício para falar de histórias de terror! Encontrar pessoas, como o Pedro Paulo Graczcki, tão preocupadas com a literatura também foi importante. Um dia para ficar na memória!

Escola Presidente Kennedy - Cachoeirinha

Depois de sair do São Mateus, foi a vez de conhecer os leitores da Escola Presidente Kennedy, também em Cachoeirinha. Um belo grupo que prova que na rede pública também é possível realizar um trabalho de qualidade!

Colégio Ulbra São Mateus - Cachoeirinha

Dia 06 de agosto de 2013, estive no Colégio São Mateus para conversar com os leitores do livro Por trás das cortinas e fiquei muito surpreso. Os alunos realizaram trabalhos muito bacanas; construíram baús com material reciclável e neles colocaram as suas lembranças mais queridas. Além disso, eles estavam afiados nas perguntas. Foi um dia memorável. Cristiane Franco, obrigado por me proporcionar esse momento tão rico.




terça-feira, 16 de julho de 2013

7 histórias de gelar o sangue


Quem não gosta de ouvir uma boa história de terror? Ainda mais se for contada numa noite de tempestade e com falta de luz elétrica. Com certeza, a emoção fica ainda maior. Ouvir e contar causos assustadores e que fogem da explicação natural é um fato muito comum no cotidiano dos mortais. Particularmente, sempre gostei das narrativas que causam medo e desconforto na hora de dormir. Na casa de minha avó paterna, a luz era fornecida por lampiões e, à noite, ficávamos em volta do fogão à lenha conversando durante horas. Guardo esta lembrança de forma muito clara: Seu Negrinho, o caseiro de minha avó, contava suas histórias de mau assombro, e eu ficava atento aos barulho de fora que pudessem prenunciar o desconhecido.
Ao me tornar um leitor, peguei na biblioteca da escola o livro: Contos de assombração, da Editora Ática:


Costumava ler à noite. No silêncio do meu quarto, conheci Maria Angula. Foram muitas noites de sobressalto. Aquela história com alma penada saindo do cemitério me deixou com um pavor tremendo. Até hoje sinto um pouco de medo dela, tanto, que não assisto filme de terror sozinho...
Agora, já um pouco mais crescido, surgiu a oportunidade de escrever algumas histórias de terror e suspense. Não perdi tempo. Comecei a lembrar daquelas velhas narrativas contadas ao pé do fogo; bebi na fonte de autores tão nossos, como a querida Rosana Rios e seu: Sangue de lobo; li os clássicos contos de Edgar Allan Poe, e deixei que esse universo ganhasse forma no computador lá de casa. E, assim, nasceu o livro: 7 histórias de gelar o sangue, lançado pela Editora BesouroBox.
A simpatia quem contou foi o Eliandro Rocha. Ele jura que aconteceu com uma amiga dele. Imaginei que ela não poderia escolher outro livro, senão O morro dos ventos uivantes, para colocar uma florzinha de cemitério.
Olhos na noite aconteceu com meu compadre Saraiva. Ele era criança e foi passar uma temporada na casa da avó. Numa noite de lua cheia, uns olhos que não eram de gente brilharam assustadoramente nas frestas da cozinha atrapalhando seu sono durante anos.
Seu Orides, o pai do Eliandro Rocha, me presenteou com o relato A burra da figueira. Ele não tirou um tesouro do pé daquela velha árvore que povoou a sua infância, mas, para mim, ele deu essa pérola.
Ilha da Sepultura é a narrativa mais urbana do livro, prova de que uma praia, em pleno verão, também pode esconder relatos de arrepiar.
Corre uma lenda urbana no Brasil de que as obras do pintor italiano Giovanni Bragolin estão envoltos em uma maldição. Verdade ou não, os quadros das crianças chorando sempre me assustaram. 


Ao revisar o livro, me dei conta de que o nome da personagem de Uma lágrima na parede era Giovanna... O mesmo nome do artista desses quadros tão medonhos...
O marido da minha irmã, Valmor, certa vez me contou uma história, e meu pai disse que é verdade, então acreditei. Meu cunhado é pescador, gosta de caçadas... Bom, o fato é que Noite de caça foi o primeiro conto que produzi para o livro. Naquela noite, digitando no meu laptop, senti medo de olhar para os cantos escuros da sala.
Muito do que criei em O último conto condiz com a experiência de ir para uma pousada durante o carnaval e escrever a última história para o livro. O clima da casa não permitiu que lá ficássemos o feriado inteiro, mas foi determinante para a criação de mais um cenário de horror.
A ilustração do Marco Cena e o projeto gráfico da BesouroBox estão impecáveis.
Espero que os leitores também possam enveredar pelo caminho do desconhecido e, assim, recuperar e vivenciar velhas histórias que sempre farão nosso sangue gelar nas veias.

Confira algumas fotos do lançamento do livro na sede da Ama Livros:

https://picasaweb.google.com/106461277366375993869/LancamentoDoLivro7HistoriasDeGelarOSangue02?authuser=0&feat=directlink

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Colégio Concórdia - São Leopoldo

Foi emocionante o trabalho que os alunos do 5º e do 6º ano EF do Colégio Luterano Concórdia realizaram com o livro Por trás das cortinas. A professora Janaína organizou um caça-tesouro com as crianças, que seguiram as pistas pela escola inteira, encontrando uma passagem secreta que levava ao esconderijo... (Ops! Isso eu não posso contar, senão, quem não leu o livro vai ficar sabendo de um grande segredo) Bom, o fato é que os alunos entraram no cenário da história e, através de diários escritos pelos seus pais e avós, puderam conhecer como era a rotina do povo brasileiro durante o regime militar.

A professora Carla resgatou com os seus alunos a história do teatro; e o professor Marcelo dirigiu duas esquetes que refletiam sobre a temática do livro. Foi impossível segurar a emoção ao ver esses jovens alunos tão envolvidos com uma preocupação: Relembrar a história num tempo em que liberdade rimava com repressão. 

O dia 14 de junho de 2013 vai ficar gravado no meu coração como um dia para relembrar!







quinta-feira, 13 de junho de 2013

Em Taquara, no Colégio Felipe Marx

Dia 13 de junho, no Colégio Felipe Marx, conversei com os alunos do EF II. Os alunos construíram maquetes para reconstruir o cenário onde a trama do livro Por trás das cortinas se desenrola. 
Mais uma vez, a comunidade escolar mostrou que é possível fazer um trabalho de alta qualidade na escola pública. Um encanto!







Por trás das cortinas no Guanella

Dia 11 de junho, estive na Escola São Luis Guanella para acompanhar a apresentação de trabalhos dos alunos do 6º ano EF. Fiquei surpreendido com a acolhida e com as interpretações que os estudantes fizeram do livro Por trás das cortinas.

Abaixo, algumas fotos para ilustrar esse momento tão bem preparado pelo Professor Jeferson, com o olhar tão maternal da Ana que faz maravilhas na Biblioteca.